domingo, 14 de outubro de 2007
Aquilo que será a Sombra do Pensamento
Resumindo, apenas traduzo sentimentos em simples palavras.
O que vão ler não se resume á minha vida, mas sim ao mais profundo dos sentimententos que vive na sombra da sociedade
Ricardo Barnabé
Dias Tristes e Banais
Dias tristes e banais
são começos de longas noites.
A chuva que oiço cair,
é o teu choro em tempestade de inverno,
suspirando como o vento forte na minha janela
esperando que ela se abra para ti!
Deixas cada rasto do teu sofrimento,
lento que em ti morre por dentro
embalada pela estrada do teu medo
suplicando pelo verbo do perdão!
Choras lágrimas de sangue
que escorrem pelas tuas mãos vazias
cravadas de espinhos,
como se balas minhas fossem
cravando-te em cada pedaço do teu corpo!
Porque só agora percebeste,
que o teu mundo fui eu,
mas que o meu universo
jamais serás tu!
Deito-me a escrever tudo o que sinto,
mas não sou escritor de fantasias
muito menos poeta de amor.
Eu sinto o que sinto
e penso o que penso.
Pois quero soltar as minhas palavras,
e devorar a tua mente
com cada letra minha,
que me sai da sombra do pensamento,
vindo dos sentimentos,
mais profundos do meu ser
destruindo todos os teus rastos de esperança
por algum dia me voltares a ter!!!
Ricardo Barnabé
As tuas lagrimas já nada te servem
Agora que fintaste a felicidade
nem coragem tens para olhar o que deixas-te
A tua vidinha ficou desfeita...está completamente destruida
os teus filhos na miseria ficaram por causa da tua inconsciencia
porque toda a vida só olhaste para ti,e só para ti!!!!
caminhas novamente pela estrada do prazer
esquecendo todos os teus principios
Não te consegues conter!!!
Em todo o lugar tu choras...mas choras de vergonha por aquilo que és
choras porque expulsaste aqueles que te queriam dar a mão
choras porque agora nao passas de um ser miseravel
as tuas lagrimas nao valem de nada,acabou-se a tua vida!!!!!
A desgraça que criaste, arruinou todos os que te rodeavam
A tua vida mediocre que agora tens
é o espelho de todo o mal que fizeste
Foste burra porque nao deste ouvidos a quem devias dar
E continuaste burra porque ofereceste o teu corpo a quem nao devias oferecer
agora talvez sejas inteligente,porque vês a tristeza de pessoa que foste
tão vulgar que continuas a ser
e tão suja que ficaste
que te tornaste no caminho da desgraça e o centro da podridão que há no mundo!!!!
Ricardo Barnabé
Vulgar e miserável nunca serei
mas sem compaixão e rodeios
acabaste por partir sem mim
mas no fim quem perdeu foste tu
Quiseste matar-me com minhas lagrimas
mas nelas acabaste por te afogar
quiseste destruir-me com o teu Adeus
mas com ele te despediste da tua felicidade
quero voar daqui para outro lugar
mas se nao tenho asas como posso eu voar?
Apenas me deixo libertar pela minha mente
e que o vento leve todas as recordaçoes
que nela tu te encontras
pois com o seu sopro
acabarás por te despedaçar
nas tuas proprias humilhações
a cada palavra que eu escrevo
no fundo mais feliz eu fico
porque sei aquilo que sou
e de uma coisa tenho orgulho
vulgar e miserável como tu
eu nunca serei
estou rodeado de quem me quer amar
mas disposto eu nao estou
de voltar a sonhar
e feliz eu ficarei
porque ao mundo inteiro
de novo eu direi
Vulgar e miserável eu nunca serei
Ricardo Barnabé