A minha alma se degrada no teu saudoso esplendor.
Esquecida pelo meu corpo
percorre pelos vestígios
do meu falecido amor.
Regozijo todo que me resta
mesmo na desolação por te perder,
restam-me nas recordações embarcar
até teus braços eternamente ausentes
do meu angustiado pranto desamparado.
Uma solidão fundida ao meu rosto
espelhado na tristeza,
que me flameja solapadamente
o brio da força que em mim
vagueia rumo à fraqueza.
Fraqueza que se "fortalece"
na mão esponjada de saudade,
chora comigo o teu adeus
que me acompanhará até eternidade .
Ricardo Barnabé
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Deixaste morrer o tempo
Deixaste morrer o tempo
quando o tempo morreu
no lento do teu tormento.
Edificaste palavras tremulas,
no horizonte das imperfeições,
Renunciando à turbulência
dos fragmentos das perfeições.
Sem pestanejares,
içaste sobre o seu manto
buscando a melodia
desafinada pela carência
cuja mesma apenas,
serviu para chorares a tua clemencia.
Paredes que por ti foram levantadas
sobre janelas que renunciaste,
escolheste portas já trancadas
recebendo suas efémeras chaves
de fechaduras já enferrujadas!
Tropeçaste nos espinhos,
das mentiras brotadas
pelos teus lábios saqueados
de desejos infortunados!
E renunciaste instantaneamente à imperfeição,
esquecendo que da mesma,
se trabalha para perfeição.
Ricardo Barnabé
quando o tempo morreu
no lento do teu tormento.
Edificaste palavras tremulas,
no horizonte das imperfeições,
Renunciando à turbulência
dos fragmentos das perfeições.
Sem pestanejares,
içaste sobre o seu manto
buscando a melodia
desafinada pela carência
cuja mesma apenas,
serviu para chorares a tua clemencia.
Paredes que por ti foram levantadas
sobre janelas que renunciaste,
escolheste portas já trancadas
recebendo suas efémeras chaves
de fechaduras já enferrujadas!
Tropeçaste nos espinhos,
das mentiras brotadas
pelos teus lábios saqueados
de desejos infortunados!
E renunciaste instantaneamente à imperfeição,
esquecendo que da mesma,
se trabalha para perfeição.
Ricardo Barnabé
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